sábado, 14 de julho de 2012

Capítulo 34



- Quem era no telefone? – Augusto perguntava enquanto ela descia na escada.

- Você é curioso sabia? – limpava as mãos no seu macacão.

- E você tá de bom humor, deixou de usar as lentes que eu sei e até voltou a dar bom dia em casa, o que tá acontecendo? – cruza os braços e ela apenas ri, não responde – sabe, eu desconfio que essa mudança toda foi depois de ter passado a noite toda trancada em um carro embaixo de chuva com um certo alguém.

Ela bate no ombro dele: - Você um dia me paga Doutor – amarrava o cadarço do sue sapato o ignorando.

- Talvez um dia me agradeça, seja lá o que o Luan fez – ria – eu to gostando de ver a Maria Cecília com mais frequência.

- Olha, não aconteceu nada tá? – continuava de cabeça baixa.

- Tem certeza? Aposto que pelos seus sorrisos era ele quem tava no telefone. – acusa.

- Olha Augusto! – passava as mãos no rosto impaciente – era ele sim tá bom?

O Doutor ria: - Eu sabia, eu vi os dois abraçadinhos no carro – fazia graça – deu até dó de acordar vocês.

- Augusto! – fica vermelha – não aconteceu nada entre a gente, apenas conversamos e...

- E?

- Não sabia que você tinha todo esse humor e ironia.

- Tô apenas brincando – faz sinal de defesa com as mãos – não é de hoje que observo ele, e agora você!

- As pessoas tem mania de me observar incrível! – apoiava-se na escada de braços cruzados encarando Augusto.

- Ele te segue – começava a contar nos dedos -  nos segue, quer saber sobre você, frequenta a sua casa, te liga, você sorri e deixa de encarnar a Paloma, estranho não?

- Sim, e não. Agora somos amigos, igual eu e você! – dá de ombros parecendo não se importar.

- Nossa! Nós somos amigos? Obrigado por me avisar – finge que não sabia de nada -  realmente ele te mudou hein?

- Ninguém me mudou idiota! – ria – eu acho que cansei.

- Não, espera! – pega o celular  e começa a mexer na tela – repete de novo que eu vou lembrar isso a você um dia.

- Repetir o que? – franze o cenho.

- O que você disse agora vai – coloca o celular perto de sua boca.

- Eu cansei? É isso?

- Isso – ri satisfeito – a Sônia vai adorar saber...

- Espera, espera...eu cansei não disse que mudei.

- Isso é só um detalhe Cecília! Mais grava isso: 

 

- É um processo lento,mudar de príncipios, e nunca saberás que eles mudaram até que 

alguma coisa que era certa para ti simplesmente deixe de o ser.


Ela conhecia aquela citação do Richard Bach e entendia o que queria dizer, ela tinha criado princípios pra viver, regras, suas regras de sobrevivência e nem ela mesma estava habituada  com essa mudança, como o poeta mesmo dizia, não tinha certeza mais de nada, que quando não se tem mais certeza e porque o que você achava como certo, correto e verdadeiro não existe mais. 


- Paloma ainda existe. – rebate.

- Você tá falando isso apenas pra você mesma  – ela pensava – e eu vou adorar ouvir a verdade, vinda de você – respira fundo - temos uma casa da árvore pra construir hoje ou não?

- Acho que sim! – caminhava cofusa com toda aquela conversa que teve com Augusto, ele parecia entender o que estava acontecendo, sempre soube que ele era observador mais não a tal ponto, sentiu uma vontade enorme de se abrir com ele, contar que estava se apaixonando, podia confiar não podia? Assim como fez com Dona Marina? Mais Augusto era diferente, ele sabia de toda sua história e podia dar algum conselho, freia-la ou mandar seguir em frente. – Não, é muito cedo e você não tem certeza de nada ainda, apenas que esse coração está maluco e que tenho todos os sintomas do que dizem ser amor, droga!

- Começamos pela madeira?

- Pela madeira! – dá sinal verde.


Zé Dantas, Augusto, Maria Cecília, Irmã Tereza, algumas meninas que ajudavam na cozinha e as crianças maiores fizeram um mutirão e carregavam as tábuas que seriam o alicerce da casa, as crianças menores, sentadas na grama de pernas cruzadas olhavam curiosas os “Tios” erguerem seu sonho.

Em uma hora o piso da casa já estava todo pronto, Maria Cecília estava com uma furadeira soldando os parafusos do piso no tronco da árvore, queria que tudo ficasse seguro para as crianças poderem brincar, Augusto embaixo estava suado serrando as taboas de madeira.
- Tá cansado Doutor? Quem precisa procurar um médico aqui? -  Maria Cecília zombava.

- É diferente, o serviço que você me delegou é pesado demais.

- Você tá suando bicas – ria.

- Acho que não preciso ir mais na academia durante essa semana. – ria.

- Preciso de você lá em cima comigo – ele olha estranho – não vai me dizer que tem medo de altura?

- Não, tenho medo desse negócio não aguentar. – morde o lábio nervoso.

- Cadê a credibilidade? – se ofende - Vai aguentar, ele é todo parafusado na árvore e você viu os tamanhos dos parafusos? – comparava com seus dedos.

- Tá bom, vamos. – já começava a subir as escadas.

Augusto segurava as paredes enquanto Maria Cecília as prendia com a furadeira e alguns apertões de chaves de fenda, pararam pro almoço, todos na grande mesa do refeitório, as crianças fizeram a oração de agradecimento e em segundos devoravam a comida, Augusto as imitava, tinha muita fome, a irmã tinha preparado doce de leite que foi servido como sobremesa, risos, brincadeiras, calor humano e carinho emanavam por toda parte daquele lugar.

Muitos dizem odiar crianças, as chamam de barulhentas, nojentas, irritantes, chatas, esquecem muitas vezes que foram uma um dia, Maria Cecília tinha uma visão diferente, crianças são puras, ingênuas, verdadeiras e se perdem o encanto, a essência, e porque não encontraram quem preservassem isso por elas e com elas, e isso ela fazia questão de ensinar ali, as amava como se fossem todas suas, ou como se fosse uma delas, sozinha, sem sua família, abandonadas mais que no meio do caminho cruzou com quem se interessassem por elas, que desse carinho e atenção, e assim como elas não tinha duvidas que Luan fazia esse papel, naquela noite e enquanto ligava hoje.

Começava a entender o que ele sentia por ela, preocupação, a mesma que ela sentia com as crianças, vontade de cuidar e de ajudar – respira apoiando a cabeça no tronco da árvore – ela era a criança e ele apenas tinha cuidado por ela – apenas cuidado – aperta o peito.

- Tá sentindo dor?

- Ai que susto Augusto – levanta do chão batendo a terra que ficou em sua roupa.

- Você parecia...

- Cansada, por isso vim ficar aqui na árvore, agora vamos trabalhar?

- Ah não eu to cansado também! – senta.

- Estamos quase terminando as paredes, fica apenas o teto que vamos montar embaixo a estrutura e colocar aqui em cima, pronto! Fim do pesado, ai é só pintar, decorar...

- Tudo hoje? – olhava sem motivação.

- Não – vira os olhos – fazemos outro dia tá? Mais vamos terminar as paredes? – estende a mão.

- Tudo bem. – subiam mais uma vez e começavam o mesmo processo, quando estavam quase terminando algo chama sua atenção, uma buzina.

- Mais o que é isso? – a buzina persistia e Maria Cecília reclamava.

- Deve ser alguém com pressa – olhavam na mesma direção da entrada do orfanato enquanto seu Zé Dantas corria ajustando o seu chapei na cabeça, pegava as chaves e abria o grande portão branco.

- Não acredito – Cecília observava aquele carro preto entrando – não pode ser!

- Arthur?! – Augusto também reconhece.

- O próprio. – mordia o lábio nervosa, o que o seu irmão queria ali.

Augusto descia do carro, estava vestido em estilo esporte, tênis, calça jeans e camisa gola “V”. Parecia que ele já sabia onde encontrá-la, olhava pra árvore e acenava, Augusto retribui.

- Ora, ora se não são os voluntários construindo o quê? Uma casa na árvore? Quem teve essa ideia magnífica? – zombava.

- Fui eu! – Maria Cecília responde seca a ironia do irmão – o que você quer aqui hein Arthur?

- Dê boas vindas ao mais novo voluntário do orfanato, maninha, o mérito de boazinha com as crianças não pode ficar apenas com você – ria sínico enquanto Maria Cecília o encarava de boca aberta.


- Arthur, somos amigos mais por favor não leve isso aqui como uma brincadeira nem disputa com sua irmã, porque ai você está sendo imaturo e eu vou defendê-la porque cheguei aqui depois que ela, então, ficamos agradecidos por sua doação, foi de grande ajuda mais não brinque com o orfanato. – Maria Cecília adorou ver Augusto falando assim com seu irmão, ele percebeu a ironia e o deboche que Arthur emanava.

- Que bom que tirou as vendas Augusto! – ela sorria encarando Arthur.

- Muito bem Maria Cecília, você convence a todos – batia palmas esnobe – cuidado com ela Augusto, já basta o Lu... – para e não termina Maria Cecília ia dizer algo mais Augusto a impede com uma barreira feita por seu braço. – mais é bom saber que está tomando jeito maninha, cuidar de criancinhas em orfanato é bem a sua cara – ria.

Ela entendeu o que tinha por trás daquelas palavras, ele a igualava a situação das crianças, que esperavam uma “adoção’: - Então dá o fora daqui e desiste disso Arthur, porque esse não é o seu perfil e olha, eu não quero brigar, não aqui – sorria insinuando  que aquela conversa continuaria.

Seu sorriso se desfaz: - Não, como disse sou o novo voluntário  e ao que consta, vão me ver aqui muitas vezes! – aponta pra casa da árvore – tem certeza que isso é seguro? Não quero que isso caia de uma hora pra outra e machuque minhas crianças – ria.

- Fui eu mesma quem projetei e garanto...

- Ah, você quem projetou? Esse é o problema maninha, você não é formada, inexperiente e só porque está estagiando numa empresa conceituada fora da cidade, ou por ter boas notas na faculdade não significa que esteja apita a fazer uma construção mesmo sendo uma casinha de árvore. – esnobava, não se importando com a cara de susto de Augusto ao ouvir aquilo.

Ela o encarava, como ele sabia daquilo tudo? Nem mesmo no jantar ela tinha falado nisso, e nem Luan sabia! E Augusto – olhava pro lado – estava mais perplexo do que ela.

- Não vou discutir com você Arthur – ignora – Irmã Tereza vem ali, apresente-se como novo voluntário se e isso que tanto quer. – dá de ombros.

- Claro, com todo prazer! – sorria – Irmã Tereza! – a freira o encarava estranho – ah me desculpe, não me apresentei corretamente naquele dia que estive aqui, sou o irmão da Maria Cecília.

- Ah o Arthur? – abraça-o relembrando – Meu filho, prazer conhecê-lo, obrigada pela grande e generosa ajuda.

- Pode contar sempre comigo a partir de agora!

- Claro, claro, venha, vou mostrar como ficou a obra.

- Vamos lá, até mais maninha e Augusto. – cumprimenta com um tchau seguindo a freira pela grama verde.

- Argh! Posso gritar? – Maria Cecília falava nervosa.

- Deve, eu estou sem palavras, ali era o Arthur? Tem certeza?

- Ah, você achava que ele era o quê?  Porque nunca conheci um Arthur diferente daquele que você viu.

- Ele foi tão frio, maldoso – unia as sobrancelhas em duvida do que viu – nossa, pra mim irreconhecível.

- Agora você entende porque eu não queria ele aqui? – ele faz que sim – e agora como voluntário vai ser um inferno. E esse doador anônimo hein? Será o Arthur também?

- O Arthur? Eu achei que você poderia me dar essa resposta!

- Eu?!

- Sim, não quis dizer nada porque pensei que era o Luan o tal doador oculto.

- O Luan? – ela o olha assustada – ele não sabe nada do orfanato!

- Você não disse a ele aquela noite? E por ser famoso achei que ele não queria divulgar, essas coisas de artista sabe?

- Não, acho que não é ele, porque conversamos sobre outras coisas...- fica desconcertada e confusa – será que o Luan tinha descoberto do orfanato, seria ele o doador de todos aqueles brinquedos? Comida e dinheiro

- Outras coisas...- ria  - sei!

- Deixa de ser chato Augusto, e isso vai ser um mistério pra nós, porque acho que não vamos saber e agora, vamos terminar isso aqui e ir embora pra casa, não quero engolir isso o resto da tarde – apontava pra Arthur todo sorriso passeando de braços dados com a irmã e acariciando a cabeça de algumas crianças.

Depois de algumas horas, o sol ainda estava alto e quente mais tinham acabado o serviço por hoje: Ufa! – batia as mãos – terminamos! Vamos?

- O Arthur ainda está ai?

- O carro sim – guardava as ferramentas – então ele deve estar também, vamos rápido? Eu quero ir embora e evitar discussões mais uma vez – ele concorda.

- Tia, tia! – um grupo de crianças se aproximava.

- Oi amores!

- É verdade que aquele moço que ajudou no muro lá de trás – Milla, a menina de olhos claros conversava.

- O Tio Arthur! – a outra identificava e Maria Cecília encarava Augusto achando aquilo um absurdo.

- Isso, o tio Arthur é seu irmão?  -Milla continuava.

- É sim Milla, o “Tio” Arthur é meu irmão! – os olhos das crianças brilhavam.

- Ele é bonito que nem você!

- Ah, obrigada meu amor – acariciava o cabelo da criança.

- Ele disse que vai trazer mais brinquedo pra gente! E que é amigo do Luan Santana!

- O que? – ela grita de sobressalto.

- É verdade tia? Você conhece ele?

- Não minta – Augusto sussurrava.

- É verdade sim! – sorria amarelo – eles são amigos.

- Êba, vamos pedir pro Tio Arthur trazer ele aqui? – Milla comandava o grupo que já se preparava pra correr.

 - Não, não o Arthur não pode fazer isso! – Não Crianças! – grita fazendo-as voltar – olha, deixa eu contar um segredo tá? Eu também conheço o Luan e – elas já iam gritar mais ela pede silêncio – eu vou falar com ele e pedir pra ele vir aqui, mais não falem com o Tio Arthur tudo bem? Esse é o nosso segredo fechado? – colocava a mão no meio do círculo enquanto uma série de mãozinhas ficavam sobre a sua comemorando ao alto. – as crianças saíram  correndo felizes e aos saltos.

- Entende o que eu quero dizer? – olha pra Augusto acusando.

- Sim. Se o Arthur trás o Luan aqui, ele vira rei e...

- De uma hora pra outra ele abandona essas crianças e a decepção? Não quero isso. – balançava a cabeça nervosa.

- Tem razão, mais você fez uma promessa a elas não foi?

- E eu vou cumprir  - faria esse sacrifício. – mais o Arthur não vai enganar elas com esse feito – para e pensa – Augusto?

- Sim? – ele vira pondo algumas caixas no carro.

- Você tá a fim de sair hoje? Dançar, se divertir? Acho que o dia foi muito cheio então... – ele a olhava surpreso – eu vou entender se não puder, se tiver plantão e tudo mais, eu só queria me divertir, to entediada e hoje é feriado!

- Não, tudo bem, o Matheus é quem tá de plantão hoje, espera...Você tá me chamando pra sair? – Dá um sobressalto.

- Acho que foi isso que eu quis dizer – o olha em dúvida.

- mais eu não sou uma boa companhia, não bebo e...

- Hey – ela para  pensa – tomamos apenas um drink e dançamos um pouco, programa de amigos.

- Amigos? realmente Maria Cecília está aqui porque convidar o “Doutorzinho” pra sair. – zomba.

- Vai me dar um crédito ou não? – soca seu ombro.

- Tá bem – bagunça seu cabelo – tá bem, ás oito?

- Ás oito! – batem as mãos.

Depois de se despedirem das crianças e da irmã Maria Cecília percebeu que seu irmão vinha logo atrás do seu carro: - Infeliz, eu queria que todos descobrissem quem você é de verdade! – acelerava. – tamborilava os dedos na direção enquanto o portão da sua casa abria, da janela Sônia observava os irmãos chegarem juntos e desce apara recebê-los.

Se assusta ao ver Cecília toda suja e vestida tão simples, ainda não estava habituada a ver ela com aquelas vestimentas novamente: - Filha, quer comer alguma coisa? Tem aquela torta de morango que você adora.

Para e pensa: - Não, hoje ela não merece isso, devia ter pena pelo filho que ela tem – Não, obrigada, eu vou tomar banho e desço rápido, vou sair com o Augusto. 

- Com o Augusto? – sorria maravilhada.

- Eu ouvi direito? – Arthur interrompia – vai sair com o Augusto Rainha das crianças? – zombava.

- Hoje Arthur você está brincando com minha paciência – falava enquanto virava-se serrando o punho.


- Mãe! Você vai adorar saber que a Maria Cecília e voluntária no orfanato! Bom, já desconfiávamos não é verdade? Mais você precisa ver a casa da árvore que ela está construindo, é tão...linda. – Falava irônico, Cecília segurava no corrimão da escada, reunia forças.

- Fico muito feliz minha filha -  olhava terno.

- Obrigada, mais o Arthur não se encaixa nesse cenário então? Para com esse fingimento todo e não aparece por lá!

- Mais eu sou voluntário e é bom acompanhar essas mudanças suas de perto, continue saindo com o Augusto, ele é um cara legal mais esqueça o Luan, ele...não é pra você.

CONTINUA... 
Essa saída dos dois vai render muita coisa...
Primeiro vai acontecer um grnade encontro, sabe quando o destino decide cruzar as pessoas e bagunçar, ou tentar organizar o que está bagunçado...então!
Bia...ASrthur..Bruna..Luan..Rober..Cecília..Augusto...Boate...sinísmo..ironia..ciumes...
E claro, depois disso tudo um momento só pros dois!!! 
HAHAHA
AGUARDEM!
Té Segunda, juizo, se cuidem ok?
Fé, Foco&Acreditar SEMPRE...
@_Vanesssaa_
Comentários? 
Sugestões?
Críticas?
Estou toda ouvidos!
Kiss ;**


15 comentários:

  1. Ah meu Deus!!! Vou morrer de curiosidade até segunda mesmo?

    bjs

    Simoni

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  2. ódio eterno do Arthur em! E eu também vou morrer de curiosidade até segunda! kkk' espero que o Luan não pense que Maria Cecilia e Augusto tem alguma coisa!
    @luan_meugostoso

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  3. Até segunda?! não sei se aguentooooooooooooooooooooooo!
    ta linda demais a fanficccccccccccccccccccccc!
    AMEI AMEI AMEI AMEI, bem que a Maria Cecilia podia sair com o rober ahahahahaahah só pra luan aprender hahahahhaah ( ta bom parei de ser mal) hahahahah vou esperar ansiosamente. Beijos bom descanço.
    @nicoleebastos

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  4. OMG ta perfect !! continua amor nossa ta muito lindo quero logo eles juntos !!ai vei tipo assim to imaginando aqui mt doida to amando amr muito lindo vei eu posso matar a Arthur ??? faz ele morre logo ninguem sente falta !! continua please ??? aeee nega eu to fazendo uma fanfic então divulga pra mim por favor ???? bjss divulga ai é http://fanficamoluan-s2.blogspot.com/

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  5. [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA] CURIOSIDADE ATÉ SEGUNDA :O
    MINHAS UNHAS JÁ NÃO EXISTIRÃO MAIS KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Letícia

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  6. aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa vaneeeessaaaaaa suuuaaa maldita me coloca nessa historia, nessecito fazer um assassinatoooo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa arthur te odeioodeiodeio

    Daiane @LuanJrGGmagine

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  7. Daani - @GauchitasdoLuan14 de julho de 2012 às 22:05

    Que nojo do Arthur, que falso! Aaaarg ódio! Só quero ver o que ele vai fazer agora, tá louco pra acabar com os planos da Maria Cecilia, mas ela vai ser mais forte, tenho certeza!
    Essa balada promete fortes emoções pelo jeito ein, ansiedade!

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  8. Arthur me irrita!!! kkkkk

    Segunda, sua linda
    chega logo! \õ/

    beejo Nêssa
    Naah Negreiros

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  9. Meeeeeeeeeeeu Deeeeeeeeeeus esta perfeiiiiiiiiiiiiito de mais isssooooooooo


    @LuanRSvida16

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  10. que raiva de arthur sério!

    mais não gostei não de não ter capitulo no domingo;/

    @laarihrafaella

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  11. concordo com a larih

    @gruubeer

    posta mais..

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  12. concordo com elas tb, deveria ter capitulo no domingo tb, pq ta todo mundo em casa e tals, e foda não ter a gente fica com curiosidade, seilá acho que deveria ter..

    @paulagaia2

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  13. Que raiva do Arthur.Posta mais amor,to amando.Beijos @FCNegasdoLS_DF ᵔᴥᵔ

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  14. aiiin vo ficar 2 semanas sem ler a fic e vo morrer de saudade "/ .... iiih to vendo que o Arthur vai aprontar mt ainda. Ciúmes e momento so pros dois? huummmmmmm ai sim ein.. amando cada dia mais essa história, agr trate de postar mais Vanessa e logooo kkkk' beijãoo
    @baianasdoLuanS_

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  15. aaaa todo mundo numa só boate.. aaa vai ser foda kkkkk
    posta mais nega... curioza aqui haahha
    -@universoteenls

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